terça-feira, fevereiro 15, 2011
The lazy beggars
terça-feira, fevereiro 08, 2011
facebook também é cultura
Fernando Codeço Vale lembrar que a rede tem origem indígena, adorei a idéia da imagem de uma mulher sedutora numa rede, como estratégia de marketing para a bioluta!
Pela abolição do trabalho "morto", separado da vida
sexta-feira, maio 14, 2010
+ frases
*(Frequentador)*
*- Quem se mata de trabalhar merece mesmo morrer.**
(Zé do Caixão).*
sexta-feira, maio 07, 2010
o vagal profissa
Lisette Lagnado
terça-feira, maio 04, 2010
segunda-feira, maio 03, 2010
RUMO À TERRA SEM MAL
Um pouquinho de esporte, pra relaxar
...bem no meio do burburinho da cidade
Pela redução da jornada de trabalho para 0 horas semanais, Já!
A galéra vibra
Opa, essa era pra ser a capa de O Globo, de hoje, mas o Adriano Imperador chegou primeiro, o mijão.
Dia do Nada, meu chapa! u-tupy-olândia. rumo à terra sem mal. mitologia tupy-guarany, chega mais...
Plena adesão popular
seduzidos por uma bola de futebo (hehehe)
bola? tou com sono, malandrági.
Rapaziada bate um bolão.
Grande equipe da Terra Sem Mal posando para a foto histórica (foto: Senia)
Chega mais, freguês.
Segundo Nilton Pinho, o alvo são os "enternados".
Nobre presença da Ida Alina
Ó u choque de ordi aí, gente!
É o uíndols novo, na minha mão é mais barato.
Não só tomou minha rede como ficou azarando as garotas, numas de Dia do Nada.
Chegaí, chegaí. Leva um flyer, olha depois no nosso blog.
Menino é bom.
Deixa o autógrafo aí, minino.
Esse aí gostou...
Menina que vende bala gosta mesmo é de brincar na rede.
2º TEMPO - Largo de São Francisco
Até que enfim encontrei malucos como eu! Diz nosso amigo, pintor de quadros, com uma história de vida que tem mais filosofia do que qualquer aluno daquele prédio alí atrás.
Uma assemblage do acaso, esperando ser fotografada no DDN
Mais um, na frente da faculdade de filosofia, entre vários que curtiram o nosso dia do Nada.
Marcelo cantava as pessoas para irem assinar o livro do Dia do Nada e eu dava a caneta do xamã para eles assinarem, mas a caneta não funcionava. Nem devia. Como poderia funcionar sendo hoje o Dia do Nada? A gente não estava lá para fazer censo!!!
quinta-feira, abril 29, 2010
FP via LC
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;"
Tabacaria, Fernando Pessoa.
Valeu, Luís Carlos.
domingo, abril 25, 2010
DIA DO NADA 2010 - RUMO À TERRA SEM MAL
quinta-feira, abril 08, 2010
Arte é nada, por Gui Mallon
Daí o Nadismo que se espalha glorioso de Norte a Sul.
Viva a Inutilidade total! Viva o Nadismo,
Como a técnica russa de "terra dizimada" frente a Napoleão e Hitler.
A "Terra Dizimada" se iniciou com a subversão da autoestética proposta
http://www.smssugarman.com/
Impro-noise total. Fazer arte como extensão do olhar, dos sentidos.
Fazer arte como se faz sexo sem o objetivo da procriação, para
nos engravidar de NADA!
É altamente subversivo fazer as coisas sem pensar em dinheiro!
É recuperar, milagrosamente, o indivíduo
No impronoise.
Por nada!
Obrigado!
(por nada)
Gui Mallon
domingo, fevereiro 07, 2010
quinta-feira, dezembro 10, 2009
Manifestos de 1953 e 1962
By John Cage for Rauschenberg's White Paintings:
"To whom, No subject, No image, No taste, No object, No beauty, No
talent, No technique (no why), No idea, No intention, No art, No
feeling, No black, No white no (and). After careful consideration I
have come to the conclusion that there is nothing in these paintings
that could not be changed, that they can be seen in any light and are
not destroyed by the action of shadows. Hallelujah! the blind can see
again; the water is fine."
And then Ad Reinhardt's manifesto for his own "Art as Art" principle:
"No lines or imaginings, no shapes or composings or representings, no
visions or sensations or impulses, no symbols or signs or impastos, no
decoratings or colorings or picturings, no pleasures or pains, no accidents
or ready-mades, no things, no ideas, no relations, no attributes,
no qualities-nothing that is not of the essence."
Delicadamente e explicitamente furtado do super texto de Benjamin Buchloh, "A arte conceitual de 1962 a 1969". (tem em inglês, direto da revista October e em espanhol, na internet)
domingo, julho 19, 2009
do livro viva vaia - augusto de campos
terça-feira, julho 14, 2009
CRELAZER HÉLIO OITICICA
http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia/ho/index.cfm?fuseaction=documentos&cod=352&tipo=2
quinta-feira, junho 25, 2009
quinta-feira, maio 07, 2009
quando o papo nadista me incomoda...

Epicurismo
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Epicurismo é o sistema filosófico ensinado por Epicuro de Samos, filósofo ateniense do século IV a.C., e seguído depois por outros filósofos, chamados epicuristas.
Epicuro propunha uma vida de contínuo prazer como chave para a felicidade, esse era o objetivo de seus ensinamentos morais. Para Epicuro, a presença do prazer era sinônimo de ausência de dor, ou de qualquer tipo de aflição: a fome, a abstenção sexual, o aborrecimento, etc.
A finalidade da filosofia de Epicuro não era teórica, mas sim bastante prática. Buscava sobretudo encontrar o sossego necessário para uma vida feliz e aprazível, na qual os temores perante o destino, os deuses ou a morte estavam definitivamente eliminados. Para isso fundamentava-se em uma teoria do conhecimento empirista, em uma física atomista e em uma ética hedonista.
No antigo mundo da zona Mediterrânea, a filosofia epicurista conquistou grande número de seguidores. Foi uma escola de pensamento muito proeminente por um período de sete séculos depois da morte do fundador. Posteriormente, quase relegou-se ao esquecimento devido ao início da Idade Média, período em que se perderam a maioria dos escritos deste filósofo grego.
A idéia que Epicuro tinha, era que para ser feliz o homem necessitava de três coisas: Liberdade, Amizade e Tempo para meditar. Essa filosofia é o que rege muitas empresas de marketing e propaganda, em vez de vender o produto ela vende uma destas três opções associadas ao produto. Na Grécia antiga existia uma cidade na qual, em um muro na frente de um mercado, tinha escrito toda a filosofia da felicidade de Epicuro, procurando conscientizar as pessoas que comprar não as tornaria mais felizes como elas acreditavam.
http://www.lojadobanho.pt/gca/?id=49
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