terça-feira, março 17, 2009

SLOGAN 2

dia do nada no ano do boi:
trabalhando duro em defesa da vagabundagem

domingo, março 15, 2009

DDN 2009

POUCO TRABALHO
MUITA MAROLA
DIA DO NADA 2009


ma.ro.la

  1. ondulação da superfície marítima.
  2. (Regionalismo - Brasil) pequena onda do mar.
  3. (Figurado) tumulto, alvoroço.
  4. (Gíria) cheiro exalado por um cigarro de maconha.

reflexões

Como sugere Merleau-Ponty, a arte é aquele trabalho que concretiza a presença habitada
por uma ausência que não cessa, por um aspirar ao que não se conhece, por uma plenitude
nascida de um vazio e de um instante de prazer, de uma carência, pois é no vazio
determinado em que “algo” falta que a arte surge como promessa. E é o “volume” do que
há ainda para ser dito que chama o artista à necessidade de preenchimento desse vazio,
transpassando à força de qualquer vivido, uma vez que sempre “algo de indizível sustenta
por dentro o dizível”. Há sempre uma parte muda, furtada, inapreensível em nós que
subsiste enquanto necessidade premente do dizer.

parte do texto Poesia com dromos: “À” de Luis Andrade - O encontro-reflexo dos dois lados do espelho, de Ana Paula de Miranda
in Concinnitas 13, dez. 2008 - Revista da pós graduação em Artes do Instituto de Artes da UERJ

terça-feira, janeiro 06, 2009

videozito

http://tvuol.uol.com.br/#view/id=filosofiadialogo-entre-platao-e-aristoteles-acerca-do-nada-04023966C8915326/user=xgzhj84w45eg/date=2009-01-04&&list/type=tags/tags=4893/page=5/

dá um crtc aqui e cola com crtv na janelinha lá encima para assitir o diálogo entre platão e aristóteles sobre o nada

quarta-feira, dezembro 24, 2008

silêncio como tática

Em Marselha, o silêncio é máquina de guerra
(em defesa dos sem-documentos)

Christophe Goby, 20/12/2008, 21H46 (eu traduzi)
(Rue89, http://www.rue89.com/marseille/2008/12/20/sans-papiers-a-marseille-le-silence-est-une-arme)

Há mais de um ano, organizam-se círculos de silêncio em várias cidades francesas. Nova forma de manifestação em defesa dos sem-documentos, de inspiração religiosa, mas que se refere também ao silêncio ativo contra a ocupação alemã, que se vê em "Le Silence de la mer", de Vercors. (Na pág., há um vídeo.)

Ilustração do que disse Eurípides: "Fala, se tens palavras mais fortes que o silêncio", um círculo de silêncio reúne-se duas vezes por mês numa praça, em Marselha.

Dia 7/11, às 12h30, eles formam um círculo na Praça da Joliette, cercados pelo barulho dos carros e das buzinas de Marselha. O céu está cinzento, mas se vê o porto, com guindastes e gruas.

Num painel, está afixado o documento emitido pelos Centros de Retenção de Imigrados na Europa e no Maghreb, muito parecido com os 'documentos de identificação' que circulavam nos campos de concentração da II Guerra Mundial. O Círculo aspira, mediante um silêncio mais forte que as palavras, a "acordar as consciências, contra atos indignos" praticados pelo governo de Sarkozy contra os sem-documentos.

"O Círculo sacode o formato das manifestações clássicas"

Marie-Thérèse Fantasia não é mais alta que um pé de banana de um ano, mas, como a árvore, parece animada de muitas vidas. Caminha, distribuindo panfletos à volta do Círculo.

Católica, da Pastoral dos Migrantes e sindicalista da Confédération Française Démocratique du Travail (CFDT, confederação francesa interprofissional de sindicatos de assalariados), explica as motivações do círculo:

"Todos estão a igual distância do centro; essa forma dá uma sacudida no formato tradicional das manifestações clássicas."

Acha que a cúpula da Igreja católica francesa tem-se omitido na luta contra a expulsão dos sem-documentos, "exceto o arcebispo Pontier, que escreveu a Hortefeux", lembra. À parte, acrescenta que vários dos presentes têm dado abrigo a muitos sem-documentos.

Voluntário da Cimade, associação de assistência aos sem-documentos nos centros de retenção, atualmente sob mira do governo Sarkozy, que os quer fora de lá, Julian raciocina como filósofo kantiano:

"O silêncio é a possibilidade de pensar com a própria cabeça; nos debates, ouve-se mais, mas pensa-se menos..."

Veio de Friburgo, Alemanha. Aos 20 anos, destaca-se entre aposentados taciturnos, adeptos de Thoreau e da teoria da desobediência civil, que, ali, são maioria.

"O que está em jogo é nossa própria humanidade"

Iris Reuter iniciou a ação em Marselha, depois de uma msg de e-mail que recebeu de amigos franciscanos de Toulouse: "o silêncio é uma interpelação, e permite que todos pensem, cada um consigo mesmo". Militante religiosa nos bairros da área norte, conta que já há Círculos de Silêncio em 60 cidades francesas.

"O silêncio permite que cada um conecte-se consigo mesmo. Nem sempre, nas manifestações tradicionais, todos concordam com todos os slogans e palavras-de-ordem."

Em Toulouse, imóveis e mudos, rezam na calçada do Capitole, às 2ªs-feiras, no fim da tarde. Alain Richard, padre franciscano apóstolo da não-violência à Gandhi, entende que o silêncio é resposta ao blá-blá-blá quotidiano que ameaça "nossa própria humanidade".

Muitos padres franciscanos têm participado dessas ações de desobediência na ex-Ioguslávia, contra os programas nucleares. Rindo, Alain Richard diz que "Nosso círculo de silêncio faz muito barulho".

Os novos agitadores

Na opinião da Liga pelos Direitos Humanos de Toulon, o silêncio é excelente resposta a um presidente muito falastrão e barulhento. Ante tanta correria, saltitamentos e tantas palavras vãs, e como resposta-reação contra o mascaramento da fala e da língua na cúpula do Estado francês, os novos agitadores optam por calar-se e não se mover.

Em Lyon, a iniciativa partiu de Marcel Durand, padre da igreja de São Policarpo; hoje, são mais de 100. Esses novos agitadores são mais velhos e pouco habituados às manifestações de rua. Por isso, Marcel Durand não fala de "agitação", mas de "participação".

Embora a maioria dos novos agitadores sejam não-religiosos, também há ongueiros. Militantes da ONG "Educadores Sem Fronteiras" participam do Círculo, justamente eles, dados a cantar tão incansavelmente seus slogans nas passeatas.

"Contra a Europa-fortaleza"

Marcel Siguret, militante da Attac, carrega uma faixa da nova plataforma de oposição à Europa-fortaleza: "Mais pontes, menos muros", e fala muito:

"Não podemos caricaturizar os sem-documentos. Trata-se de asfixiar os países pobres, pilhar seus recursos, sua agricultura. É preciso reconstruir a luta em todos esses domínios."

Seriam rousseaunianos, sem saber? Rousseau protestava em silêncio, como forma de desobediência civil. Muitos transeuntes param, intrigados com aquela forma de protesto. Mas o trabalho não se detém ante aquele punhado de militantes que lutam contra a política de imigração do ministro do Interior de Sarkozy, Brice Hortefeux.

Dia 22 de outubro, manifestações em defesa de um jovem pedreiro, Moussa Moussatem, não conseguiram impedir que fosse expulso pelo porto de Sète onde, apesar de seus apelos, foi embarcado à força. Sua família vive em Sarrians, no Vaucluse. Depois de seu pai sofrer um acidente, o filho passou a trabalhar para sustentar a família, até ser preso e, em seguida, repatriado à força. No barco, "uns rapazes que viajavam para participar de um rali reclamaram muito do atraso na partida", conta Marie-Thérèse Fantasia.

Bem se poderia dizer: "Há mais poder no pisar dos chinelos, do que no marchar das botas dos soldados". Esses novos agitadores silenciosos, laicos e religiosos, parecem saber onde (e por que) pisam, mesmo que não marchem nem andem.

terça-feira, outubro 07, 2008

terça-feira, setembro 23, 2008

Ballester





Esse cara tira as figuras dos quadros famosos e fica um silêncio no lugar. A exposição toda chama-se Espacios Ocultos e ganha NADA quem descobrir as referências, mas vale pela idéia, que tal?
http://www.josemanuelballester.com

terça-feira, maio 20, 2008

RUMO A 2010!

7 de maio
Dia do Silêncio


A palavra silêncio é derivada do latim silentiu e significa "interrupção de ruído" ou "estado de quem se cala". Vivemos em um mundo cheio de ruídos, numa época de muita agitação, de poluição sonora e o silêncio passou a ser algo ameaçador. O som do silêncio, entretanto, é poderoso.

Desde as primeiras civilizações, o silêncio é um importante elemento cultural, imposto, drasticamente, para salvaguardar seus segredos. Em quase todas, é representado por uma criança com o dedo sobre os lábios. Constitui-se uma exceção, o antigo Egito, onde existia um "Deus" do silêncio chamado Harpócrates, com a mesma posição já descrita. Entre os sacerdotes egípcios, os iniciados assumiam um estado de silêncio total, a fim de se manterem os segredos e incitá-los à meditação.

Buda, em 500 a.C., também valorizava o silêncio como condição para a contemplação. Dentre os mistérios gregos, encontramos o de Orfeu, que com a magia de seu canto e de sua música, executada numa lira, silenciava a natureza e a tudo magnetizava. Para os Talhadores de Pedras, o segredo e o silêncio sobre sua arte eram uma questão de sobrevivência, constituindo-se, inclusive, num salvo-conduto.

Os monges da Ordem de Císter tinham como uma de suas principais regras, o silêncio para a reflexão. É importante observarmos como o Senhor Jesus agiu diante dos adversários por ocasião do seu julgamento e seu silêncio perturbou os adversários: "Jesus, pois, ficou em pé diante do governador; e este lhe perguntou: És tu o rei dos judeus? Respondeu-lhe Jesus: É como dizes. Mas ao ser acusado pelos principais sacerdotes e pelos anciãos, nada respondeu. Perguntou-lhe então Pilatos: Não ouves quantas coisas testificam contra ti? E Jesus não lhe respondeu a uma pergunta sequer; de modo que o governador muito se admirava" Mt 27.11-14.

http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20070506070939AAgck12

inspirações poéticas

DIA DO NADA-CINCO DE MAIO

Acróstico filosófico-setissílabo Nº 1816
Por Sílvia Araújo Motta

D-Dia cinco é o do NADA,
I-Informo a quem não tem tudo...
A-Assumo e mudo a jornada;
-
D-Do NADA vou ao começo
O-Ou chego ao fim que mereço.
-
N-No infinito vejo o NADA
A-Azul, claro e transparente,
D-Da saudade, a cor mesclada,
A-A molhar tudo na mente.
--
C-Caminho, na realidade
I-Iluminada e amada,
N-NADA é melhor que a verdade
C-Companheira apaixonada:
O-O tudo que chega e invade!
-
D-Deus é tudo, o nosso escudo
E-E sem ELE, somos NADA!
-
M-Mais que tudo é entregar
A-Amor, carinho, atenção,
I-Irradiar luz e dar
O-O tudo em troca de NADA.
-
Belo Horizonte, 5 de amio de 2008.
http://www.recantodasletras.com.br/autores/silviaraujomotta

segunda-feira, maio 19, 2008

domingo, maio 18, 2008

DDN * DIG * UFPe

ALGUÉM AÍ ME AJUDA A COLOCAR FOTOS NO BLOG DO NOTHING DAY?
EU COLOQUEI NO BLOG DA D´IMPROVIZZO GANG
KSSSSSSSSSSS
MICKEY MAUSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS

quarta-feira, maio 07, 2008

terça-feira, maio 06, 2008

londrina


Na sombra do nada





Como é bom descansar em baixo de uma árvore, melhor ainda sendo em uma 2ª feira .
Fica ai o nosso registro "NA SOMBRA DO NADA'"
Abraço ,
Tião e Vanda

Ação internacional, Edson Barrus


Rede ponto de encontro Roterdam

segunda-feira, maio 05, 2008

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Dariush!




Chutando o Balde!

Fotos_3

Segurando a faixa!


Distribuindo os flyers nadistas

Fotos_02